SEGURANÇA PÚBLICA · AEROMÉDICO · DEFESA CIVIL

A missão que vocês voam
não cabe no genérico.

Bombeiros, polícia, defesa civil e serviço aeromédico registram o que a aviação civil comum não registra — lançamento de helibalde, ciclo de gancho, patente da tripulação, escala em regime próprio. A Alis foi ajustada para isso com quem opera de verdade.

Missão
Helibalde, gancho e flight number no voo
Patente
Posto do tripulante onde o nome aparece
Jornada
Limites da corporação, não os da lei geral
eDB
Diário homologado ANAC na mesma base
MISSÃO · 24H
OPERAÇÃO AÉREA PÚBLICA
Aeronave PP-XXX
Combate a incêndio
Tripulação de serviço
Combate a incêndio florestalMISSÃO
4h20✓ EM CURSO
HelibaldeLANÇAMENTOS DE ÁGUA
14✓ CONTABILIZADO
Gancho de carga externaCICLOS DE USO
3✓ NO CTM
Cap BM Silva · Sgt BM CostaTRIPULAÇÃO DE SERVIÇO
PATENTE✓ HABILITADOS
Jornada do comandanteLIMITE DA CORPORAÇÃO
7:20 / 12:00✓ DENTRO
Diário de bordoREGISTRO DO VOO
eDB✓ ASSINADO
TELA ILUSTRATIVA · DADOS DE DEMONSTRAÇÃO
01 · Funcionalidades

O que a operação pública tem e a civil não.

A base é a mesma de qualquer operador com frota: diário de bordo, controle técnico, despesas. O que muda é a camada de missão — e é ela que decide se o sistema serve ou atrapalha.

01

Missão especial no voo

Helibalde, gancho de carga externa e flight number registrados no próprio voo.

Detalhes
  • Lançamentos de helibalde contabilizados por voo
  • Ciclos do gancho de carga externa
  • Flight number como vai estampado na aeronave
  • Campos que a aviação civil comum não tem
02

Vencimento por ciclo de uso

Gancho e helibalde vencem por ciclo, não por hora de voo — e o CTM sabe disso.

Detalhes
  • Contador acumulado por aeronave, somado dos voos
  • Inspeção do gancho a cada N ciclos
  • Teste de carga periódico no mapa de vencimentos
  • Ao lado de horas, ciclos e pousos
03

Patente da tripulação

Maj BM, Cap PM, Sgt — o posto aparece junto do nome onde o tripulante aparece.

Detalhes
  • Campo livre: cada corporação tem seus postos
  • Exibido na escala, no voo e nos relatórios
  • Sem lista fechada que obrigue a criar "outros"
04

Jornada em regime próprio

Os limites são os da sua corporação — configuráveis, não os da lei geral.

Detalhes
  • Jornada, repouso e horas em 30 e 365 dias por empresa
  • O sistema avisa; quem decide a escala é o gestor
  • Padrões da Lei do Aeronauta quando não há regime próprio
05

Diário de bordo eletrônico

Homologado pela ANAC, com trilha de auditoria e exportação oficial.

Detalhes
  • Substitui o diário físico com a autorização obtida
  • Registro guiado com tempos calculados
  • Assinatura identificável e histórico de correções
06

Escala e disponibilidade

Quem está de serviço, quem está de folga e quem pode ser acionado.

Detalhes
  • Escala semanal derivada da programação
  • Sobreaviso e folga marcados no quadro
  • Conflito de tripulante e aeronave verificado na hora
07

Controle técnico completo

Vencimentos, componentes e diretrizes alimentados pelo voo lançado.

Detalhes
  • Mapa por horas, ciclos e calendário
  • Diretrizes de aeronavegabilidade por modelo e motor
  • Alertas antes do vencimento, não depois
08

SGSO

RELPREV, ESO e matriz de risco na mesma plataforma da operação.

Detalhes
  • Relatos e ocorrências com tratamento e prazo
  • Matriz de severidade × probabilidade
  • Indicadores da própria operação
02 · Personalização

O que falta para a sua operação, a gente constrói.

Os campos de missão especial não vieram de um roadmap de escritório: vieram de corporações que precisavam deles e não tinham onde registrar. É assim que trabalhamos com operação pública.

01

Levantamento com quem opera

Conversa com a seção de operações e com quem voa — não só com quem assina o contrato. O que falta costuma aparecer em quinze minutos de conversa com o piloto.

02

O que já existe, primeiro

Boa parte do que parece específico já está na plataforma com outro nome. Mapeamos isso antes de propor desenvolvimento — é mais rápido e não cria peça sob medida para manter.

03

Desenvolvimento sob demanda

O que não existe é construído e entregue em fases acordadas, com prazo. Helibalde, gancho e patente nasceram exatamente assim, para corporações que operam hoje.

04

Continua sendo produto

O que construímos vira parte da plataforma, com manutenção e evolução — não uma versão paralela que trava na próxima atualização.

03 · Implantação

Da frota cadastrada à primeira missão registrada.

Operação pública não pode parar para implantar sistema. O caminho é incremental: cada etapa entra em uso antes da seguinte começar.

01

Frota e tripulação

Aeronaves com histórico de horas e ciclos, tripulantes com patente, habilitações e treinamentos.

02

Diário e missão

O voo passa a ser lançado na plataforma, já com os campos de missão especial da sua operação.

03

Controle técnico

Componentes, vencimentos e diretrizes migrados — e a partir daí alimentados pelo voo.

04

Escala e SGSO

Quadro de serviço com os limites da corporação e o SGSO recebendo relatos da operação real.

04 · Investimento

Sob consulta, porque nenhuma corporação é igual à outra.

Frota, número de tripulantes, módulos necessários e o que precisa ser construído mudam demais entre uma operação e outra para caber numa tabela.

O que entra na conversa

  • Tamanho da frota e das bases
  • Módulos necessários — diário, CTM, escala, SGSO, missão especial
  • Desenvolvimento sob demanda, se houver
  • Formato de contratação compatível com processo público

ORÇAMENTO E PROPOSTA FORMAL SOB CONSULTA

05 · Por que a Alis

Feita por quem voa, ajustada por quem atende.

A plataforma nasceu da operação e continua sendo desenvolvida por gente que voa — e os módulos de missão especial existem porque corporações pediram.

Diário homologado

Diário de bordo eletrônico conforme as Resoluções 457 e 458 e a Portaria 3.220 da ANAC, com apoio na obtenção da autorização.

Construído com corporações

Helibalde, ciclos de gancho, flight number e patente entraram no produto a pedido de operações de segurança pública em uso.

Regime próprio respeitado

Os limites de jornada são da sua corporação. O sistema avisa quando algo passa do que você configurou — nunca trava a escala por conta própria.

Suporte que responde

Equipe pequena e acessível, com canal direto. Quem atende conhece a operação e o produto.

Dados sob controle do órgão

A informação da operação é da corporação: exportável a qualquer momento, sem depender de nós para sair. Tratamento de dados conforme a LGPD.

Na base e em campo

Web e aplicativo para iPhone, iPad e Android — o registro acontece onde a tripulação está, inclusive fora da base.

06 · FAQ

Perguntas frequentes.

As dúvidas mais comuns de quem opera aeronave pública.

A Alis atende operação de segurança pública?+
Sim. Corporações de bombeiro militar já usam a plataforma, e os módulos de missão especial — helibalde, gancho de carga externa, flight number e patente da tripulação — foram construídos a partir dessas operações.
Nossa jornada não segue a lei geral. Isso é problema?+
Não. Os limites de jornada, repouso e horas de voo em 30 e 365 dias são configuráveis por organização. Quando não há configuração própria, o sistema usa os padrões da Lei do Aeronauta. E ele avisa quando um limite é ultrapassado — a decisão sobre a escala continua sendo do gestor.
Precisamos de um campo que não existe. Vocês desenvolvem?+
Sim, e é assim que boa parte do que existe hoje nasceu. O caminho é: levantamento com quem opera, verificação do que já existe na plataforma com outro nome, e desenvolvimento em fases acordadas do que realmente faltar. O que construímos passa a fazer parte do produto, com manutenção continuada.
Como funciona o controle de manutenção do gancho e do helibalde?+
Esses equipamentos têm manutenção por ciclos de uso, não por hora de voo. Os lançamentos e ciclos registrados em cada voo alimentam um contador acumulado por aeronave, e o controle técnico usa esse contador para projetar inspeções e testes de carga — do mesmo jeito que faz com horas, ciclos de motor e pousos.
Quanto custa?+
Sob consulta. O valor depende do tamanho da frota, das bases, dos módulos necessários e de eventual desenvolvimento sob demanda — variáveis demais para uma tabela fixa. Fale com a equipe e recebe uma proposta formal, no formato compatível com o seu processo de contratação.
Serve para serviço aeromédico e defesa civil?+
Sim. A base — diário, controle técnico, escala, despesas e SGSO — atende qualquer operação com frota, e a camada de missão se adapta ao tipo de atendimento. Se o seu serviço registra algo específico que não existe hoje, isso entra na conversa de personalização.

Vamos conhecer a sua operação.

Uma conversa com a seção de operações costuma ser suficiente para mapear o que a plataforma já resolve e o que precisa ser construído — com prazo e proposta formal.

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