A missão que vocês voam
não cabe no genérico.
Bombeiros, polícia, defesa civil e serviço aeromédico registram o que a aviação civil comum não registra — lançamento de helibalde, ciclo de gancho, patente da tripulação, escala em regime próprio. A Alis foi ajustada para isso com quem opera de verdade.
O que a operação pública tem e a civil não.
A base é a mesma de qualquer operador com frota: diário de bordo, controle técnico, despesas. O que muda é a camada de missão — e é ela que decide se o sistema serve ou atrapalha.
Missão especial no voo
Helibalde, gancho de carga externa e flight number registrados no próprio voo.
Detalhes
- Lançamentos de helibalde contabilizados por voo
- Ciclos do gancho de carga externa
- Flight number como vai estampado na aeronave
- Campos que a aviação civil comum não tem
Vencimento por ciclo de uso
Gancho e helibalde vencem por ciclo, não por hora de voo — e o CTM sabe disso.
Detalhes
- Contador acumulado por aeronave, somado dos voos
- Inspeção do gancho a cada N ciclos
- Teste de carga periódico no mapa de vencimentos
- Ao lado de horas, ciclos e pousos
Patente da tripulação
Maj BM, Cap PM, Sgt — o posto aparece junto do nome onde o tripulante aparece.
Detalhes
- Campo livre: cada corporação tem seus postos
- Exibido na escala, no voo e nos relatórios
- Sem lista fechada que obrigue a criar "outros"
Jornada em regime próprio
Os limites são os da sua corporação — configuráveis, não os da lei geral.
Detalhes
- Jornada, repouso e horas em 30 e 365 dias por empresa
- O sistema avisa; quem decide a escala é o gestor
- Padrões da Lei do Aeronauta quando não há regime próprio
Diário de bordo eletrônico
Homologado pela ANAC, com trilha de auditoria e exportação oficial.
Detalhes
- Substitui o diário físico com a autorização obtida
- Registro guiado com tempos calculados
- Assinatura identificável e histórico de correções
Escala e disponibilidade
Quem está de serviço, quem está de folga e quem pode ser acionado.
Detalhes
- Escala semanal derivada da programação
- Sobreaviso e folga marcados no quadro
- Conflito de tripulante e aeronave verificado na hora
Controle técnico completo
Vencimentos, componentes e diretrizes alimentados pelo voo lançado.
Detalhes
- Mapa por horas, ciclos e calendário
- Diretrizes de aeronavegabilidade por modelo e motor
- Alertas antes do vencimento, não depois
SGSO
RELPREV, ESO e matriz de risco na mesma plataforma da operação.
Detalhes
- Relatos e ocorrências com tratamento e prazo
- Matriz de severidade × probabilidade
- Indicadores da própria operação
O que falta para a sua operação, a gente constrói.
Os campos de missão especial não vieram de um roadmap de escritório: vieram de corporações que precisavam deles e não tinham onde registrar. É assim que trabalhamos com operação pública.
Levantamento com quem opera
Conversa com a seção de operações e com quem voa — não só com quem assina o contrato. O que falta costuma aparecer em quinze minutos de conversa com o piloto.
O que já existe, primeiro
Boa parte do que parece específico já está na plataforma com outro nome. Mapeamos isso antes de propor desenvolvimento — é mais rápido e não cria peça sob medida para manter.
Desenvolvimento sob demanda
O que não existe é construído e entregue em fases acordadas, com prazo. Helibalde, gancho e patente nasceram exatamente assim, para corporações que operam hoje.
Continua sendo produto
O que construímos vira parte da plataforma, com manutenção e evolução — não uma versão paralela que trava na próxima atualização.
Da frota cadastrada à primeira missão registrada.
Operação pública não pode parar para implantar sistema. O caminho é incremental: cada etapa entra em uso antes da seguinte começar.
Frota e tripulação
Aeronaves com histórico de horas e ciclos, tripulantes com patente, habilitações e treinamentos.
Diário e missão
O voo passa a ser lançado na plataforma, já com os campos de missão especial da sua operação.
Controle técnico
Componentes, vencimentos e diretrizes migrados — e a partir daí alimentados pelo voo.
Escala e SGSO
Quadro de serviço com os limites da corporação e o SGSO recebendo relatos da operação real.
Sob consulta, porque nenhuma corporação é igual à outra.
Frota, número de tripulantes, módulos necessários e o que precisa ser construído mudam demais entre uma operação e outra para caber numa tabela.
O que entra na conversa
- Tamanho da frota e das bases
- Módulos necessários — diário, CTM, escala, SGSO, missão especial
- Desenvolvimento sob demanda, se houver
- Formato de contratação compatível com processo público
ORÇAMENTO E PROPOSTA FORMAL SOB CONSULTA
Feita por quem voa, ajustada por quem atende.
A plataforma nasceu da operação e continua sendo desenvolvida por gente que voa — e os módulos de missão especial existem porque corporações pediram.
Perguntas frequentes.
As dúvidas mais comuns de quem opera aeronave pública.
A Alis atende operação de segurança pública?+
Nossa jornada não segue a lei geral. Isso é problema?+
Precisamos de um campo que não existe. Vocês desenvolvem?+
Como funciona o controle de manutenção do gancho e do helibalde?+
Quanto custa?+
Serve para serviço aeromédico e defesa civil?+
Vamos conhecer a sua operação.
Uma conversa com a seção de operações costuma ser suficiente para mapear o que a plataforma já resolve e o que precisa ser construído — com prazo e proposta formal.
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