TÁXI AÉREO · RBAC 135 · OPERADOR SIMPLES E PADRÃO

A operação de táxi aéreo
inteira em um sistema.

Diário de bordo eletrônico, controle técnico de manutenção, os oito documentos exigidos pela ANAC, SGSO e proposta de voo — na medida de quem tem uma aeronave ou de quem tem frota.

8 docs
MGO, MGM/PMAC, MGSO, PTO, PTM, MAP, FAI e EO
SGSO
Incluído em todos os planos
R$ 690
Plano de uma aeronave, por mês
eDB
Diário eletrônico e TLB integrados
DOCUMENTOS · ANAC
DETENTOR DE COA · RBAC 119/135
Processo 00058
Enquadramento:
Operador Simples
1 aeronave
MGOManual Geral de Operações
REV 04✓ APROVADO
MGSOGerenciamento da Segurança Operacional
REV 02✓ ACEITO
PTMPrograma de Treinamento de Manutenção
REV 01⚑ EM ANÁLISE
PMACPrograma de Manutenção da Aeronave
REV 03✓ APROVADO
MAPQuando aplicável
NÃO APLICÁVEL
Funcionalidades

O obrigatório e a operação, no mesmo lugar.

A base é a de qualquer operação com frota própria — diário e manutenção. Por cima dela entram as obrigações de quem detém Certificado de Operador Aéreo.

01

Diário de bordo eletrônico

Registro guiado de voo com cálculo automático de tempos, assinaturas rastreáveis e TLB para discrepâncias. Cada voo lançado alimenta o controle de manutenção sem redigitação.

02

Controle técnico de manutenção

MICCA com mapa de componentes por horas, ciclos e calendário, projeção de vencimento pela utilização real e acompanhamento de diretrizes de aeronavegabilidade.

03

Os oito documentos da ANAC

MGO, MGM/PMAC, MGSO, PTO, PTM, MAP, FAI e EO com ficha própria: revisão vigente, situação, número do processo e data da decisão.

04

SGSO completo

Política, PRE, MGSO, vistorias, gestão de mudanças, indicadores, treinamento e divulgação — os quatro pilares da IS 119-002D em uso, não em fichário.

05

Proposta de voo

Orçamento e proposta comercial na plataforma, do pedido à entrega. É a receita da casa — por isso está no primeiro plano, e não como módulo à parte.

06

Biblioteca técnica

Manuais e publicações em um repositório único, ligado às fichas dos documentos, com controle de revisão vigente.

07

Programação e despesas

Agenda de voos, despacho e rateio de despesas por aeronave e centro de custo. A partir do plano Operacional.

08

Escala de tripulantes

Escala com jornada sob controle, para quando a operação passa de dois pilotos. A partir do plano Frota.

Operador Simples

A categoria que mudou o tamanho da conta.

Em março de 2026 a ANAC passou a distinguir Operador Simples de Operador Padrão. O enquadramento não é escolha: é consequência do perfil da operação — e muda desde o grupo de TFAC até a complexidade esperada dos manuais.

Para ser Simples é preciso atender a todos os critérios ao mesmo tempo:

  • No máximo uma aeronave, de modelo com configuração máxima certificada de até 9 assentos de passageiro.
  • Até 2 PIC e 3 SIC.
  • Operação exclusivamente não regular e doméstica.
  • Sem autorização para operações especiais complexas.
  • Sem prerrogativa de manutenção sob o certificado.

Furar um único critério já torna a operação Operador Padrão. A lista de documentos exigidos, porém, é a mesma para as duas categorias — o que muda é a profundidade esperada.

Plano no tamanho da categoria

O plano Simples inclui exatamente uma aeronave — que é o próprio limite do Operador Simples. Você não paga por capacidade que a sua categoria não permite ter.

SGSO nunca é add-on

O RBAC 119 exige SGSO de quem detém COA. Cobrar à parte por ele seria cobrar do operador para que ele possa cumprir o requisito de existir — então ele está no primeiro degrau e não sai de nenhum plano.

Aceito não é aprovado

As fichas dos documentos distinguem os dois estados de propósito. Tratar como sinônimo é o tipo de imprecisão que aparece na auditoria.

Implantação

Do cadastro à operação, com acompanhamento próximo.

O que derruba migração quase nunca é a norma — é execução. Estes quatro passos são onde a atenção precisa estar.

01

Cadastro da frota

Aeronave, componentes e configuração. É aqui que o enquadramento do Operador Simples fica visível na prática.

02

Conciliação do histórico

Total de horas e ciclos batidos com os registros físicos. Sem isso a projeção de vencimentos nasce errada.

03

Documentos e SGSO

As fichas dos oito documentos com revisão vigente e situação na ANAC, e o SGSO estruturado nos quatro pilares.

04

Data de corte e treinamento

Papel e eletrônico não convivem por tempo indeterminado. Define-se a data, treina-se quem registra, e o histórico vem junto.

Planos

Três degraus, no tamanho da operação.

Todos incluem diário de bordo eletrônico, controle técnico de manutenção, biblioteca, SGSO e proposta de voo. O que muda é quanta operação entra por cima disso.

01 / 03 · Operador Simples

Simples

Uma aeronave e o obrigatório em dia.
A partir de
R$690/mês
+ R$ 390 por aeronave adicional
  • 1 aeronave inclusa
  • Diário de bordo eletrônico e TLB
  • Controle técnico de manutenção
  • Biblioteca técnica
  • SGSO completo
  • Orçamentos e propostas de voo
Começar com o Simples
No tamanho do Operador Simples
03 / 03 · Frota

Frota

Operação com frota e equipe, com jornada sob controle.
A partir de
R$1.990/mês
+ R$ 290 por aeronave adicional
  • Até 8 aeronaves inclusas
  • Tudo do plano Operacional
  • Escala de tripulantes
  • Reuniões e atas
  • Flight Kit — 24 por mês
  • Menor preço por aeronave adicional
Começar com o Frota
24 Flight Kits inclusos por mês
Gestão de ordens de serviço não está nos planos de táxi aéreo. O táxi aéreo acompanha a manutenção da própria frota pelo controle técnico — mas gerir OS é atividade de oficina sob RBAC 145, e fica no módulo de oficinas, contratável à parte.
Por que a Alis

Feito por quem opera.

A plataforma nasceu dentro de operação real, e as decisões de produto têm origem em requisito, não em suposição.

Um dado, um lugar

O voo lançado no diário atualiza a hora da célula, move a projeção da próxima inspeção e alimenta a despesa. Sem planilha paralela e sem conciliar duas verdades.

Privacidade por padrão

A ANAC não acessa os dados automaticamente. Os registros ficam sob controle do operador, e o compartilhamento em inspeção parte do gestor.

Escopo honesto

O que não está no produto está dito na página, e não descoberto depois da assinatura. Gestão de OS é o exemplo: fica na oficina, não aqui.

Integrado ao resto

Se a operação também tem oficina ou CIAC, os módulos conversam na mesma plataforma em vez de conviverem como sistemas separados.

FAQ

Perguntas frequentes

Quantas aeronaves cabem em cada plano?+
O Simples inclui 1 aeronave — que é o próprio limite da categoria Operador Simples. O Operacional inclui até 3 e o Frota até 8. Em qualquer plano é possível ter aeronave adicional, cobrada por fora: R$ 390 no Simples e no Operacional, R$ 290 no Frota.
O SGSO está incluído ou é contratado à parte?+
Está incluído em todos os planos, inclusive no Simples. O RBAC 119 exige SGSO de quem detém COA — cobrar à parte por ele seria cobrar do operador para que ele possa cumprir o próprio requisito de existir.
A Alis gerencia ordens de serviço de manutenção?+
Não nos planos de táxi aéreo. O táxi aéreo acompanha a manutenção da própria frota pelo controle técnico; gerir ordens de serviço é atividade de oficina sob RBAC 145 e fica no módulo de oficinas, contratável à parte.
Posso usar diário de bordo eletrônico no táxi aéreo?+
Sim. O caminho é o mesmo de qualquer operação: sistema aceito pela ANAC e autorização da sua operação. Em operador certificado sob o RBAC 119, a autorização é registrada nas Especificações Operativas. A norma do eDB está detalhada na página do diário de bordo eletrônico.
Já tenho COA. Dá para migrar a operação para a Alis?+
Dá. A migração começa pelo cadastro da aeronave e pela conciliação do histórico de horas e ciclos — sem isso a projeção de vencimentos nasce errada — e segue pelas fichas dos oito documentos, com a revisão vigente de cada um.
Como sei se sou Operador Simples ou Padrão?+
É preciso atender a todos os critérios simultaneamente: no máximo 1 aeronave de modelo com até 9 assentos certificados, até 2 PIC e 3 SIC, operação exclusivamente não regular e doméstica, sem operações especiais complexas e sem prerrogativa de manutenção sob o certificado. Falhar em um já torna a operação Operador Padrão. Detalhamos os critérios neste artigo.
Preciso trocar de plano se comprar outra aeronave?+
Não necessariamente. Cada plano tem aeronaves inclusas e permite adicionais cobrados por fora. Vale comparar: dependendo de quantas aeronaves entrarem, subir de degrau sai mais barato que somar adicionais.
Pronto para tirar a operação do papel?

O obrigatório em dia, e a operação sob controle.

Solicite uma demonstração e veja como a Alis cobre diário de bordo, manutenção, os oito documentos da ANAC e o SGSO do seu táxi aéreo — no tamanho da sua operação.