A operação de táxi aéreo
inteira em um sistema.
Diário de bordo eletrônico, controle técnico de manutenção, os oito documentos exigidos pela ANAC, SGSO e proposta de voo — na medida de quem tem uma aeronave ou de quem tem frota.
O obrigatório e a operação, no mesmo lugar.
A base é a de qualquer operação com frota própria — diário e manutenção. Por cima dela entram as obrigações de quem detém Certificado de Operador Aéreo.
Diário de bordo eletrônico
Registro guiado do voo, com tempos calculados.
Detalhes
- Registro guiado com cálculo automático de tempos
- Assinatura e trilha de auditoria
- Exportação no formato oficial
Controle técnico de manutenção
Mapa de componentes por horas, ciclos e calendário.
Detalhes
- MICCA com mapa de componentes por horas, ciclos e calendário
- Alertas de vencimento integrados à operação
- Alimentado pelos voos lançados
Os oito documentos da ANAC
Do MGO ao EO, cada documento com ficha própria.
Detalhes
- MGO, MGM/PMAC, MGSO, PTO, PTM, MAP, FAI e EO
- Ficha própria por documento
- A situação de cada um à vista
SGSO completo
Política, PRE, vistorias e indicadores no mesmo lugar.
Detalhes
- Política, PRE e MGSO
- Vistorias e gestão de mudanças
- Indicadores da operação
Proposta de voo
Do pedido ao orçamento, dentro da plataforma.
Detalhes
- Do pedido ao orçamento, dentro da plataforma
- Proposta comercial pronta para enviar
- Histórico por cliente
Biblioteca técnica
Manuais e publicações num repositório único.
Detalhes
- Manuais e publicações num repositório único
- Ligado à frota e à operação
- A versão vigente sempre à mão
Programação e despesas
Agenda, despacho e rateio por aeronave.
Detalhes
- Agenda de voos e despacho
- Rateio de despesas por aeronave
- O custo nasce ligado ao voo
Escala de tripulantes
Jornada sob controle quando a operação cresce.
Detalhes
- Escala com controle de jornada
- Para quando a operação cresce
- Aviso de mudança ao tripulante
A categoria que mudou o tamanho da conta.
Em março de 2026 a ANAC passou a distinguir Operador Simples de Operador Padrão. O enquadramento não é escolha: é consequência do perfil da operação — e muda desde o grupo de TFAC até a complexidade esperada dos manuais.
Para ser Simples é preciso atender a todos os critérios ao mesmo tempo:
- No máximo uma aeronave, de modelo com configuração máxima certificada de até 9 assentos de passageiro.
- Até 2 PIC e 3 SIC.
- Operação exclusivamente não regular e doméstica.
- Sem autorização para operações especiais complexas.
- Sem prerrogativa de manutenção sob o certificado.
Furar um único critério já torna a operação Operador Padrão. A lista de documentos exigidos, porém, é a mesma para as duas categorias — o que muda é a profundidade esperada.
Do cadastro à operação, com acompanhamento próximo.
O que derruba migração quase nunca é a norma — é execução. Estes quatro passos são onde a atenção precisa estar.
Cadastro da frota
Aeronave, componentes e configuração. É aqui que o enquadramento do Operador Simples fica visível na prática.
Conciliação do histórico
Total de horas e ciclos batidos com os registros físicos. Sem isso a projeção de vencimentos nasce errada.
Documentos e SGSO
As fichas dos oito documentos com revisão vigente e situação na ANAC, e o SGSO estruturado nos quatro pilares.
Data de corte e treinamento
Papel e eletrônico não convivem por tempo indeterminado. Define-se a data, treina-se quem registra, e o histórico vem junto.
Três degraus, no tamanho da operação.
Todos incluem diário de bordo eletrônico, controle técnico de manutenção, biblioteca, SGSO e proposta de voo. O que muda é quanta operação entra por cima disso.
Simples
- 1 aeronave inclusa
- Diário de bordo eletrônico e TLB
- Controle técnico de manutenção
- Biblioteca técnica
- SGSO completo
- Orçamentos e propostas de voo
Operacional
- Até 3 aeronaves inclusas
- Tudo do plano Simples
- Agenda e programação de voos
- Despesas com rateio por centro de custo
- Flight Kit — 8 por mês
- Mural da operação
Frota
- Até 8 aeronaves inclusas
- Tudo do plano Operacional
- Escala de tripulantes
- Reuniões e atas
- Flight Kit — 24 por mês
- Menor preço por aeronave adicional
Feito por quem opera.
A plataforma nasceu dentro de operação real, e as decisões de produto têm origem em requisito, não em suposição.
Perguntas frequentes
Quantas aeronaves cabem em cada plano?+
O SGSO está incluído ou é contratado à parte?+
A Alis gerencia ordens de serviço de manutenção?+
Posso usar diário de bordo eletrônico no táxi aéreo?+
Já tenho COA. Dá para migrar a operação para a Alis?+
Como sei se sou Operador Simples ou Padrão?+
Preciso trocar de plano se comprar outra aeronave?+
Leitura para quem opera 135.
Artigos práticos do blog sobre a operação de táxi aéreo e suas obrigações.
O obrigatório em dia, e a operação sob controle.
Solicite uma demonstração e veja como a Alis cobre diário de bordo, manutenção, os oito documentos da ANAC e o SGSO do seu táxi aéreo — no tamanho da sua operação.