Treinamentos online para pilotos, do RVSM à performance.
Quatro cursos em EAD, com aulas gravadas no portal do aluno e certificado emitido pela Alis ao final: RVSM e CPDLC para a LOA, RBAC 117 Apêndice E para a autorização da ANAC e performance de aeronaves para a aviação geral.
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Aulas gravadas no portal do aluno e certificado emitido pela Alis ao final. Uma compra por aluno, cada um com a própria conta.
- LOA · IS nº 91-005
RVSM
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CPDLC
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Ver o curso - Autorização ANAC · IS nº 117-007
RBAC 117 · Apêndice E
R$390
Ver o curso - 8 horas · aviação geral
Performance de aeronaves
R$1.490
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Treinamento RVSM para a sua LOA.
Para voar entre o FL 290 e o FL 410 com separação vertical de 1.000 pés, o operador precisa de autorização da ANAC. No RBAC 91, ela sai como carta de autorização (LOA), e o operador declara que a tripulação está familiarizada com os procedimentos da IS nº 91-005. Este treinamento prepara a tripulação e entrega o certificado.
Ao terminar as aulas, o certificado é emitido pela Alis. O operador guarda o registro e o usa para sustentar a declaração de familiarização do Relatório Técnico.
RVSM
- Conteúdo alinhado à IS nº 91-005, Revisão F
- Procedimentos, contingências e fraseologia
- Instrutor qualificado
- Certificado de conclusão
- Acesso ao portal do aluno
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A ANAC olha a aeronave, o operador e a tripulação.
A IS nº 91-005 descreve o processo de autorização operacional para RVSM. Para o operador do RBAC 91 fora da Subparte K, ele termina em uma carta de autorização. O treinamento resolve a parte da tripulação.
Capacidade RVSM comprovada
O Laudo RVSM (formulário F-900-44) é preenchido e assinado por organização de manutenção certificada para o modelo. Ele vale por 2 anos a contar da assinatura.
Pedido formal pelo SEI
O Relatório Técnico é enviado em formulário digital, com o código do transponder da aeronave. Nele o operador declara que a tripulação estará familiarizada com os procedimentos e práticas da IS.
Procedimentos dominados
É aqui que entra o treinamento: planejamento, pré-voo, entrada no espaço RVSM, verificações cruzadas, contingências e fraseologia, como descrito nos Apêndices E e F da IS.
Fonte: IS nº 91-005, Revisão F (ANAC), vigente desde 1º/01/2025. A IS é um meio aceitável de cumprimento, e o texto oficial prevalece. Opera sob o RBAC 135 ou a Subparte K do RBAC 91? A autorização sai nas Especificações Operativas ou Administrativas, e o treinamento RVSM entra no programa de treinamento do operador.
O que a tripulação aprende.
O conteúdo segue o ementário de treinamento do Apêndice F da IS nº 91-005 e os procedimentos operacionais do Apêndice E.
Fundamentos
O que é o espaço RVSM e o que a aeronave precisa ter para entrar nele.
Introdução ao RVSM
Definição, histórico, zonas do espaço aéreo e implementação nas diferentes regiões.
Sistemas requeridos
Dois sistemas principais de medição de altitude, controle automático de altitude, alerta de altitude e transponder com reporte de altitude.
Aeronavegabilidade e monitoramento
Aeronavegabilidade continuada, MEL e monitoramento da capacidade de manter altitude (HMU e GMU).
Procedimentos operacionais
Do planejamento do voo ao nível de cruzeiro.
Planejamento de voo
Aprovação da aeronave e do operador, letra W no plano de voo, meteorologia em rota e equipamento mínimo.
Pré-voo
Registros técnicos, tomadas estáticas na inspeção externa e checagem dos altímetros no solo, com o limite de 75 pés.
Antes de entrar e em voo
Equipamentos operando, verificação cruzada dos altímetros a cada hora, limite de 200 pés entre os primários e desvio de altitude informado pelo ATC.
Contingências e fraseologia
O que fazer e o que dizer quando algo sai do previsto.
Falhas em rota
Falhas de equipamento em rota e procedimentos de contingência no espaço RVSM em que se pretende voar.
Fraseologia e verificação cruzada
Fraseologia ATC padrão de cada área e checagem entre os tripulantes para cumprir autorizações com agilidade e sem erro.
Altímetro de reserva e percepção visual
Uso e limitações do altímetro de reserva em contingência e a percepção de outra aeronave a 1.000 pés de separação à noite.
Procedimentos regionais
Particularidades de cada região RVSM e o NAT-HLA para quem cruza o Atlântico Norte.
Perguntas sobre o RVSM.
Quem precisa de LOA para RVSM?+
Só o treinamento basta para obter a LOA?+
O que a IS pede da tripulação?+
O Laudo RVSM tem validade?+
Vou cruzar o Atlântico Norte. A LOA RVSM basta?+
Treinamento CPDLC para a sua LOA.
Usar comunicação por enlace de dados controlador-piloto (CPDLC) e ADS-C exige autorização da ANAC. No RBAC 91, ela sai como carta de autorização (LOA), e os pilotos precisam estar familiarizados com todos os tópicos de treinamento da IS nº 91-010. Este treinamento cobre esses tópicos e entrega o certificado.
Ao terminar as aulas, o certificado é emitido pela Alis. O conteúdo é de conceitos e procedimentos. A operação do equipamento instalado na sua aeronave segue o AFM e os manuais do fabricante.
CPDLC
- Conteúdo alinhado à IS nº 91-010, Revisão D
- CPDLC, ADS-C, RCP e RSP
- Instrutor qualificado
- Certificado de conclusão
- Acesso ao portal do aluno
Compra online em breve. Para começar antes, fale com a equipe.
Duas aprovações: a da aeronave e a do operador.
A IS nº 91-010 trata o uso de CPDLC e ADS-C como um processo único com duas aprovações: aeronavegabilidade, que é da aeronave, e autorização operacional, que é do operador. O treinamento resolve a parte dos pilotos.
Equipamento adequado
Documentação que mostra que os equipamentos de data link atendem à aplicação pretendida: fabricante, modelo, designativo de interoperabilidade e sub-redes compatíveis.
Petição pelo SEI
O Relatório Técnico informa o modelo, a aplicação (CPDLC, ADS-C ou as duas), os provedores de comunicação contratados e se há interesse em especificação PBCS. A LOA é uma autorização do operador.
Proficiência no data link
A IS pede pilotos proficientes nas normas e procedimentos de data link e familiarizados com todos os tópicos de treinamento que ela descreve. É o que este treinamento cobre.
Fonte: IS nº 91-010, Revisão D (ANAC), aprovada pela Portaria nº 17.754/SPO, de 27/08/2025. A IS é um meio aceitável de cumprimento, e o texto oficial prevalece. Opera sob o RBAC 135 ou a Subparte K do RBAC 91? A autorização sai nas Especificações Operativas ou Administrativas, com o data link no programa de treinamento do operador.
O que os pilotos aprendem.
O conteúdo acompanha os conhecimentos e procedimentos que a IS nº 91-010 lista para o treinamento de pilotos em comunicação por data link.
Conhecimentos
Como o data link funciona e o que cada mensagem significa.
Serviços e tecnologias
Terminologia, estrutura dos serviços de data link e teoria dos sistemas no que importa para o uso operacional.
Mensagens e respostas
WILCO, ROGER, UNABLE e STANDBY, com os termos, abreviações e convenções de cada ambiente: solo, rotas continentais e oceânicas.
RCP, RSP e separação reduzida
Especificações de desempenho de comunicação e de vigilância, com RCP 240 e RSP 180.
Limitações, MEL e plano de voo
Limitações do AFM, itens da MEL que afetam o data link e designadores corretos no plano de voo.
Procedimentos
Do logon à resposta, passando pelo que fazer quando a conexão cai.
Logon e conexão
Iniciar e encerrar a operação, fazer o logon e restabelecer o sistema depois de perder a conexão com a rede.
Compor, enviar e responder
Aceitar, rejeitar, cancelar, armazenar e recuperar mensagens, e carregar dados do FMS quando aplicável.
Desvios e rota
Desvios meteorológicos, navegação offset e sequenciamento de waypoints.
Falhas e alertas
Avisos do sistema, reconhecimento de falhas e procedimentos em caso de falha de comunicação por data link.
Fatores humanos
Onde o erro costuma entrar e como a tripulação o segura.
CRM no data link
Verificação independente de cada mensagem, discussão entre os tripulantes e decisão antes de responder.
Mensagem que não ficou clara
Como esclarecer com o órgão ATS uma mensagem pouco clara ou que não pode ser aceita.
Reporte de ocorrências
O sistema de reportes de ocorrências na comunicação por data link.
Perguntas sobre o CPDLC.
Quem precisa de LOA para CPDLC?+
O que a ANAC avalia no pedido?+
O treinamento de CPDLC basta para obter a LOA?+
O treinamento cobre ADS-C e PBCS?+
Preciso de CPDLC para cruzar o Atlântico Norte?+
Treinamento de fadiga para operar sob o Apêndice E.
O Apêndice E do RBAC 117 traz limites de jornada e de tempo de voo próprios para a aviação geral em aviões a jato com dois ou mais pilotos. Para usá-los, o operador pede cadastro e autorização à ANAC e treina a tripulação antes de começar. Este treinamento segue o currículo da IS nº 117-007 e entrega o certificado.
Ao terminar as aulas, o certificado é emitido pela Alis. O operador guarda o registro do treinamento, que a norma manda manter por pelo menos 5 anos.
RBAC 117 · Apêndice E
- Currículo da IS nº 117-007, Revisão A
- Fadiga, limites do Apêndice E e reporte
- Instrutor qualificado
- Certificado de conclusão
- Acesso ao portal do aluno
Compra online em breve. Para começar antes, fale com a equipe.
Cadastro, autorização e tripulação treinada.
No dia a dia é comum chamar de LOA. Na norma, o nome é cadastro e autorização: o operador pede pelo SEI, a ANAC responde por ofício e a autorização fica vinculada ao operador, não à aeronave.
Operações privadas em jato
Operadores do RBAC 91 em operações sem fins lucrativos, com pilotos contratados, em aviões a jato com dois ou mais pilotos. Não vale para a propriedade compartilhada da Subparte K.
Cadastro e autorização pelo SEI
Formulário eletrônico, comprovante de endereço e declaração do operador sobre aptidão para o trabalho, gerenciamento da fadiga, treinamento dos tripulantes e cultura justa.
Treinada antes de começar
Todos os tripulantes envolvidos precisam estar treinados antes do início das operações sob o Apêndice E, com treinamento inicial e periódico.
Fonte: RBAC nº 117, Emenda 01 (parágrafo 117.15(b), seção 117.65 e Apêndice E) e IS nº 117-007, Revisão A (ANAC). A IS é um meio aceitável de cumprimento, e o texto oficial prevalece.
O que a tripulação aprende.
O conteúdo segue o currículo mínimo de treinamento inicial do Apêndice A da IS nº 117-007.
A fadiga
O que é, de onde vem e o que ela faz com o desempenho.
Conceitos básicos
O que é fadiga e a diferença entre fadiga aguda e cumulativa.
Fatores que afetam a fadiga
Ritmo circadiano, sono recente, tempo acordado, carga de trabalho, jornadas acumuladas, fusos horários, álcool e nicotina.
Sinais e sintomas
Físicos, mentais e emocionais.
Efeitos na segurança
Erros de julgamento, perda de consciência situacional, atenção reduzida e tempo de reação maior. Inclui o deslocamento do tripulante até o trabalho.
O operador
Limites, política e procedimentos de quem opera sob o Apêndice E.
Operações sob o Apêndice E
Quais operações entram e como conviver com mais de um apêndice do RBAC 117.
Jornada, tempo de voo e repouso
Tripulação simples, composta e de revezamento, jornada interrompida, sobreaviso, reserva e folga.
Reporte e mitigação
A política de reporte de fadiga, a quem reportar e o que o operador faz com o reporte.
Escala e aptidão para o trabalho
Procedimentos de escala e o que fazer quando um tripulante detecta fadiga em si ou em um colega.
O tripulante
A parte que depende de cada um.
Responsabilidades
Declaração de aptidão para o trabalho e repouso de qualidade.
Estratégias pessoais
Prevenção e gerenciamento dos riscos da fadiga.
Autoavaliação e feedback
Reconhecer a fadiga em si mesmo, identificar os sinais em outras pessoas e como abordar o colega.
Perguntas sobre o Apêndice E.
A autorização do Apêndice E é uma LOA?+
Quem pode operar sob o Apêndice E?+
Quando a tripulação precisa estar treinada?+
O que a IS pede do treinamento?+
Troquei a frota ou a aeronave mudou de operador. E a autorização?+
Treinamento em voo entra no Apêndice E?+
Performance de aeronaves: a conta que cabe na pista.
Um curso de 8 horas dedicado a performance para quem voa aviões a pistão, mono e bimotores, e turboélices leves sob o RBAC 91: atmosfera e potência, peso e balanceamento, decolagem, cruzeiro e pouso, com os números do manual de voo e as margens da operação real.
Instrutor: Pedro Gomes, piloto de Legacy 500 na aviação executiva e ex-piloto de testes. Licença de piloto privado recomendada, não exigida.
Performance de aeronaves
- Sete módulos, da atmosfera ao pouso
- Peso e balanceamento, decolagem, cruzeiro e pouso
- Vmc, Vyse e teto monomotor no bimotor
- Exercício integrado de planejamento
- Instrutor: Pedro Gomes
- Acesso ao portal do aluno
Compra online em breve. Para começar antes, fale com a equipe.
Excursão de pista começa numa conta que não foi feita.
Entre 2014 e 2024, o painel do SIPAER registrou 289 excursões de pista em acidentes com aviões no Brasil, o segundo tipo de ocorrência mais frequente. Os números e as fontes estão no blog da Alis. Todo piloto aprendeu a calcular performance. O curso existe para que a conta volte a ser feita em cada voo.
O RBAC 91 pede a conta
A seção 91.103 exige que o piloto em comando, antes do voo, tome ciência das dimensões das pistas e das distâncias de decolagem e de pouso, conforme altitude do aeródromo, gradiente da pista, peso, vento e temperatura.
Números de certificação
Os dados do manual de voo saem de avião novo, técnica exata e pista seca, nivelada e de superfície conhecida. A frota e a operação reais não são assim.
Os fatores se multiplicam
Peso acima do previsto, vento de cauda leve, pista molhada e um toque longo são acréscimos pequenos. Juntos, consomem a pista inteira.
Fontes: RBAC nº 91, Emenda 08, seção 91.103 (ANAC); Pilot’s Handbook of Aeronautical Knowledge, FAA-H-8083-25, capítulo de desempenho; painel do SIPAER, 2014 a 2024.
Sete módulos, da atmosfera ao toque na pista.
A ementa cobre o voo inteiro e termina com um exercício integrado, em que o piloto faz o planejamento completo de uma operação.
Fundamentos
Quanto o motor entrega hoje e quanto o avião pesa de verdade.
01 · Atmosfera e potência
Atmosfera padrão, altitude-pressão e altitude-densidade, e o que elas fazem com a potência disponível.
02 · Peso e balanceamento
Peso real da operação, centro de gravidade e envelope.
O voo
A pista, a subida e o combustível que o avião precisa neste aeródromo, com este peso.
03 · Decolagem e subida
Distância de decolagem, vento, gradiente e superfície da pista. No bimotor, Vmc, Vyse e teto monomotor.
04 · Cruzeiro, alcance e autonomia
Tabelas de potência, consumo e vento, ligados ao planejamento de combustível.
05 · Pouso e arremetida
Distância de pouso, velocidade de aproximação, pista molhada, margens e arremetida.
Norma e prática
O que a regra pede e como a conta fica no papel.
06 · Regulamentação
RBAC 91, seções 91.103(b) e 91.9, e o que muda para quem opera sob o RBAC 135: Subparte I e IS nº 135-007.
07 · Exercício integrado
Planejamento completo de uma operação, da balança ao pouso.
Perguntas sobre o curso de performance.
Para quem é o curso?+
Qual a carga horária e o formato?+
Preciso ter licença de piloto?+
Qual a diferença para o treinamento periódico?+
A norma exige um curso de performance?+
O curso serve para quem opera táxi aéreo?+
Do cadastro à aula, sem intermediário.
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Periódico anual para pilotos
Treinamento recorrente com foco operacional e padronização.
UPRT
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LOFT
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